Domingo, 10 de Dezembro de 2006

todas as esperas

As rosas

Quando à noite desfolho e trinco as rosas

É como se prendesse entre os meus dentes

Todo o luar das noites transparentes,

Todo o fulgor das tardes luminosas,

O vento bailador das Primaveras,

A doçura amarga dos poentes,

E a exaltação de todas as esperas.

 

                           Sophia de Mello Breyner

 

publicado por M. Belo às 12:23
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